Entrevista com o franqueado da Outer. Felipe Chaves

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Felipe Chaves, 33, foi o primeiro franqueado da Outer. no estado do Rio de Janeiro. Abriu a franquia número um da empresa no final de 2010, no Shopping Tijuca. E deu muito certo. Atualmente, gerencia 5 unidades, todas localizadas no Rio. A última franquia foi aberta em 2015.

Profissional de finanças e empreendedor nato, Felipe contou ao blog um pouco sobre a sua história, como tem sido a sua experiência de sucesso como franqueado da Outer. e deu algumas dicas para quem está em dúvida sobre começar a investir em franquias.

Confira, agora, o resultado da entrevista!

Nos fale um pouco sobre você.

Eu sou formado em Administração na PUC. Sempre tive o sonho de trabalhar com instituições financeiras, atuar no mercado, com fundos de ações ou imobiliários e conseguir entrar no mundo dos grandes empreendimentos.

Como foi o começo da sua carreira? O que fazia antes da Outer?

A minha primeira experiência como estagiário foi numa importadora. Depois de seis meses, eu consegui um trabalho numa empresas de fundos imobiliários. Também já trabalhei na gestão de empresas de Shopping Center e no grupo BBM. Daí, em 2008, comecei a atuar no ramo de gestão de fundos de offshore.

Então, em janeiro de 2010, eu fui contratado pela Outer, com o objetivo de transformá-la numa empresa de primeira linha.

Por que você decidiu investir em franquias?

Foi uma junção de fatores. Na verdade, como eu já trabalhava na Outer., eu fui convidado a gerir a primeira franquia da empresa. Conhecendo o empreendimento e como seria o sistema de perto, eu via que poderia dar muito certo.

Quando você começou a empreender, quais eram os seus principais medos?

Eu não acho que tive algum medo. Primeiro, porque eu sempre me considerei uma pessoa otimista. E também sempre tive claro qual era o meu objetivo e como alcançá-lo. Além disso, eu já tinha uma boa experiência com o mercado de fundos e ações, área em que eu sempre quis me envolver.

Quais eram as suas principais dúvidas em relação às franquias até então?

Há sempre o risco do negócio não dar certo e você pensa como irá fazer para recuperar o dinheiro. Mas, se o empreendedor pensar grande, se dedicar, souber gerir o negócio e lidar tanto com o cliente quanto com a equipe, funciona.

Quais foram os seus maiores desafios, depois que você decidiu o que queria?

Eu diria que no Brasil quase tudo joga contra à abertura de empreendimentos. A burocracia exagerada, os impostos altos e a situação política são alguns dos fatores, para não falar de outros, que dificultam e podem desanimar quem quer abrir uma empresa.

Além disso, no nosso país não somos treinados para ser empreendedores, nós somos treinados para ser empregados.

Dentre tantas franquias, por que você escolheu a Outer?

O fato de eu trabalhar na empresa pesou na decisão. De dentro, eu conseguia enxergar como a Outer. tinha uma proposta séria e bem definida em relação ao sistema de franquias. Foi um pouco daquela coisa de estar no momento certo, na hora certa. E isso não é à toa.

Quando decidi aceitar o convite da Outer., já tinha uma boa bagagem como profissional de finanças e estava decidido a começar o meu próprio negócio, com o apoio da marca.

O que você acha sobre investir em franquias hoje, no cenário da crise?

Eu acho que é possível. Tudo é uma questão do esforço que você pretende dedicar ao negócio. Mas é fundamental que a pessoa que pensa em investir esteja preparada, inclusive financeiramente. É preciso ter dinheiro suficiente para fazer o investimento na franquia. Por exemplo: se você pensa em comprar uma franquia cujo valor de custo inicial vai ser de R$ 500 mil, é bem importante que você tenha esse capital.

O cenário do mercado para empréstimos e financiamentos não é nada bom e isso pode alongar muito o payback. Além disso, como eu disse, é muito interessante ter tido uma experiência anterior com gestão.

Qual o principal conselho que você daria para quem está pensando em abrir a sua própria franquia? Por que você recomendaria a Outer?

O conselho que eu daria é: você tem que estar disposto a deixar de ser o empregado e tornar-se o empreendedor. Muitas pessoas pensam que basta fazer o investimento, levantar o capital de giro, supervisionar de longe e, pronto, a franqueadora irá fazer o resto. Não é. É claro que há o suporte da franquia. Mas a pessoa tem que entender que a franquia dá apenas as bases para que você toque o negócio.

A franquia é como um casamento. É uma relação de parceria e requer confiança. E é por isso que eu recomendo a Outer., pela forma justa e transparente que trata os franqueados. Além, é claro, da empresa ser uma marca em expansão, de produtos únicos, com uma proposta visual e de experiência alternativa às encontradas no mercado.

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